sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Comentário,e analise critica sobre o meu Blog.

Giovana Camilo,
Gostaria de parabenizar o seu blog. Está muito interessante e super completo!
Achei muito legal o Colégio São Paulo ter dado a oportunidade dos alunos de trabalhar virtualmente, com vários projetos. 
E também a professora Maria de Lourdes de ter ajudado e incentivado, sedendo as suas aulas para a produção de textos, poesias e vário outros trabalhos que ajudam no desenvolvimento da crianças.
Vocês estão de Parabéns!!!!!!
Beijos do seu Pai Robert. :)

Música do tema "carta"

CARTAS PRA VOCÊ - NX ZERO

Eu tento te esquecer
Mas tudo que eu escrevo
É sobre você
Eu não posso me enganar
Fingir que estou bem
Porque não estou
Preciso de você
Preciso de você
Essa noite
E hoje estou aqui
Só pra te cobrar
O que você disse
Que iria ser pra sempre
Mas não foi assim
Agora o que me resta
Escrever nessa carta
Pra lembrar
Eu passo tanto tempo
Só te procurando
Em um outro alguém
Mas não posso me enganar
Sinto sua falta
E ninguém pode ver
Preciso de você
Preciso de você
Essa noite
E hoje estou aqui
Só pra te cobrar
O que você disse
Que iria ser pra sempre
Mas não foi assim
Agora o que me resta
Escrever nessa carta
Preciso de você.


História do selo no Brasil

Como efeito do nascimento do selo postal adesivo na Europa (Inglaterra, 1840) e a expansão de sua utilidade para além desse continente deriva o início da utilização do mesmo no Brasil. Mas essa assertiva é a que menos importa. Não foi apenas porque alguém selou alguma correspondência e a enviou às Terras do Brasil, que ao selo postal lhe foi atribuída a sua função primeira na neófita república. Um questionamento pode ser feito: por quê o Brasil foi um dos primeiros países ou uma das primeiras nações a emitir um selo postal adesivo? Decerto, podemos pensar que com o processo da Independência iniciada em 1801 e culminando em 1822, segundo os historiadores atuais, esse novo Brasil tinha relações diplomáticas estáveis com os soberanos ingleses.[1]
Alguns autores têm opiniões sobre como as relações entre Brasil e Inglaterra, em âmbitos políticos e comerciais, foram fundamentais ao surgimento do selo postal adesivo no Brasil. Altman defende que instado por um cônsul astuto em Londres, Brasil foi o primeiro país a seguir a Inglaterra.[2] Segundo Almeida e Vasquez foram as estreitas relações comerciais e políticas entre o Império brasileiro e o britânico que no período favoreceram a absorção quase que imediata da novidade entre nós.[3] Nagamini (2004, p. 156) relata que com a derrota de Napoleão, não havia motivos para a permanência de Dom João no Brasil, pois Portugal era governado por uma junta inglesa sob o comando do Marechal Beresford.[4] Marson, (1989, p. 74) afirma que o Brasil cedeu a uma parte das exigências britânicas pois estas beneficiavam, em parte, os negócios de certos empresários brasileiros.[5]
No território brasileiro algumas atitudes e decisões, mesmo diante de revoltas espalhadas por toda nação, foram decisivas para a aceitação do selo postal adesivo. Como no caso inglês, várias são as perspectivas de leituras tanto político-econômicas, quanto sócio-culturais, sobre as causas prováveis que culminaram com a emissão do selo postal adesivo no Brasil. Dando sequência ao nosso recorte histórico, passamos a dar atenção ao sistema de correios brasileiro, que realizou uma reforma postal bem antes dos Portugueses. No entanto, é sabido que a vinda da família real para o Brasil contribuiu para uma reforma ampla no sistema de correios brasileiro. O progresso do comércio, o estabelecimento da imprensa e a abertura dos portos eram condições sine qua non para que a comunicação real fosse aperfeiçoada.
Um ano após o lançamento do primeiro selo postal adesivo, na Inglaterra, em 1840, tem início o Segundo Reinado, no Brasil, coroando [[D. Pedro II], em 17 de julho de 1841. Nesse novo cenário político-administrativo e depois de agitados anos do período regencial, o novo regente aprova, em 29 de novembro de 1842, dois Decretos - n° 254 e n° 255 - que instituíam o uso do selo postal adesivo nas correspondências brasileiras, efetuando-se nos correios do Império o porte antecipado das cartas. Assim como na Inglaterra, a emissão do primeiro selo postal adesivo, no Brasil, foi problemática. Também como ocorreu além-mar, pessoas vinculadas ao Império estavam engajadas em elaborar uma estampa que o representasse satisfatoriamente. Eram funcionários ou encarregados de instituições vinculadas ao Império, como por exemplo: a Casa da Moeda, a Diretoria Geral dos Correios do Império, Secretaria de Estado do Império etc.
Podemos afirmar que, nesse sentido, um pequeno Brasil impele um grande Brasil por meio das estampas impressas nos selos postais adesivos. Essa prática de exercer o poder, seja ele político ou econômico, não começou com os selos e nem com eles terminou. Um seleto grupo de pessoas cultas e elitizadas centralizavam as suas ideologias e visavam uma unidade política. O selo postal adesivo tem uma densidade ideológica, por centímetro quadrado, maior que qualquer outra forma de expressão cultural midiática.[6] O surgimento desse artefato teve como uma de suas causas as disputas político-econômicas. Almeida e Vasquez relatam como ocorreu a problemática da emissão do primeiro selo postal brasileiro e como o governo contornou a situação, tomando um rumo distinto daquele tomado pela realeza britânica: Inicialmente, era desejo do governo imitar o primeiro selo postal inglês, utilizando a efígie do Imperador D. Pedro II. Com essa intenção, o presidente do Tesouro enviou ao provedor da Casa da Moeda, Camilo João de Valdetaro, alguns exemplares de selos ingleses para saber se o mesmo modelo poderia ser aqui empregado. A resposta foi afirmativa, pesar do estabelecimento não contar com todos os equipamentos necessários. No entanto, chama atenção um Ofício enviado pelo provedor ao presidente do tesouro que demonstra preocupação com o modelo adotado pela Coroa inglesa: ‘[...] como nessa repartição é onde naturalmente se hão de fazer os selos ou chapas [...] julguei do meu dever levar ao conhecimento e V. Exª esta dúvida [...]. Na Inglaterra usam a efígie da rainha cm o valor da respectiva taxa [...]. Entre nós, além de impróprio, pode dar lugar a continuadas falsificações: usa-se, aqui, por princípio de dever e respeito pôr a efígie do monarca só em objetos perduráveis ou dignos de veneração, e nunca naqueles que, por sua natureza, pouco tempo depois de feitos têm de ser necessariamente inutil]izados.[7]
Exatamente em 1° de agosto de 1843 os Correios do Império colocaram em circulação, na Corte, os três primeiros selos postais brasileiros, conhecidos como Olhos-de-Boi.

Histórias sobre as cartas.

Carta, missiva ou ainda epístola é um tipo de correspondência, com ou sem envoltório, sob a forma de comunicação escrita, de natureza administrativa, social, comercial, ou qualquer outra, que contenha informação de interesse específico do destinatário, de acordo com a Legislação Brasileira.[1]
A carta é o elemento postal mais importante, é um meio de comunicação visual, constituída por algumas folhas de papel fechadas em um envelope, que é selado e enviado ao destinatário da mensagem através do serviço dos Correios.
Nos primórdios da entrega das cartas quem pagava a postagem era o destinatário e isso só se alterou com a criação dos selos quando se passou a, previamente, o remetente colocar na sobrecarta (envelope) a quantidade de selos correspondente ao porte (valor da tarifa de serviço), garantido assim a entrega da carta ou a sua restituição no caso de não ser encontrado o destinatário.
Atualmente a carta vem sendo substituída pelo e-mail, que é a forma de correio eletrônico mais difundida no mundo, mas ainda há pessoas que pelo simples prazer de trocar correspondências físicas preferem utilizar o método da carta.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lino de Albergaria

Comemorando os seu 30 anos de carreira de Lino de Albergaria 
O escritor mineiro Lino de Albergaria conversou com oArte Clube sobre as comemorações de seus 30 anos de literatura. Ele está lançando dois romances, simultaneamente:  "Os 31 Dias" e "Um Bailarino Holandês", pela Editora Scriptum.

Em “Os 31 dias”, uma mulher decide escrever a própria história,na qual vê pontos de semelhança com a conhecida narrativa oriental. Sua inspiração é Duniazade, a irmã mais jovem e pouco conhecida de Sherazade, ambas personagens de “As mil e uma noites”. Assim, durante 31 dias, recolhida em uma casa de campo, mergulha em sua tarefa, escondendo-se sob uma personalidade falsa e criando um cenário e uma vida virtuais para disfarçar suas próprias memórias. Percorrendo um itinerário imaginário das ruas de Belo Horizonte, recorre ao fingimento para disfarçar a timidez e os momentos conflituosos vividos na juventude. Não fugindo da constatação de sua forte sexualidade, vai recompondo um espelho trincado, diante do qual, finalmente, decide se mostrar.
 
Já “Um bailarino holandês” se passa em um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte: o Palácio das Artes. Na livraria, no subsolo do edifício, o jovem vendedor observa um leitor folheando um livro. É um álbum de fotografias da cidade. Intrigado com a cena em que o outro tanto se demora – o próprio local onde estão, mas visto do alto, o livreiro começa mentalmente a criar uma ficção protagonizada por seu cliente, que esquece no local um bilhete para um espetáculo de dança que haverá à noite no Grande Teatro, também situado naquele prédio. Um jogo dramático e erótico passa a ecoar o confronto de dois homens cujos gestos se deixam comandar por fortes referências da literatura, do cinema, das artes plásticas, da música, do teatro e da dança, revividos no interior de um ambiente arquitetônico construído para festejar a arte, chamada, neste livro, para configurar e vestir os desejos e a solidão humanos.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Malala e sua História

Malala Yousafzai

Malala Yousafzai (1997) é uma jovem paquistanesa, militante dos direitos das meninas de ir à escola. Aos 17 anos, é a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz.
Malala Yousafzai nasceu no Vale do Swat, no norte do Paquistão, no dia 12 de julho de 1997. Filha de Ziauddin Yousafzai, professor e dono de escola incentivou o estudo da filha. Em 2008, o Talibã destruir 150 escolas para meninas no Paquistão. Malala ia para o colégio com o uniforme escondido dentro da mochila, para não ser atacada.
Malala começou a escrever um blog, em que contava os obstáculos para estudar e seguir seu sonho de ser médica. Em outubro de 2012, quando já dava entrevistas e aparecia na televisão defendendo o direito das meninas à educação, recebeu três tiros contra sua cabeça, no momento em que estava dentro do ônibus que a levaria para a escola.
Malala Yousafzai que estava com quinze anos, foi levada para a Inglaterra, onde se submeteu a tratamento. A jovem sobreviveu ao atentado e, aos 16 anos tornou-se porta voz de uma causa - o direito à educação. Vive exilada em Birmingham, junto com sua família.
No dia 12 de julho de 2013, quando comemorou 16 anos, discursou para uma plateia de representantes de mais de 100 países na Assembleia da ONU, em Nova Iorque. Em outubro, recebeu o Prêmio Sakharov, dado pelo Parlamento Europeu. No dia 10 de outubro de 2014, com 17 anos, Malala recebeu o Prêmio Nobel da Paz, tornando-se a mais jovem ganhadora da premiação.
Frases e pensamentos de Malala
  • "Só percebemos a importância da nossa voz quando somos silenciados."
  • Um livro, uma caneta, uma criança e um professor podem mudar o mundo.
  • Eu costumava pensar que um Talibã viria, e simplesmente me matariam. Então eu disse: 'se ele vier, o que você faria Malala?' e respondi a mim mesma, ' Malala, pegue um sapato e jogue nele.’ Mas então, eu disse: ‘se você bater em um Talibã com seu sapato, então não haveria nenhuma diferença entre você e o Talibã. Você não deve tratar os outros com crueldade e de forma dura, você deve lutar através de paz, através do diálogo e através da educação.' Então eu irei dizer a ele quão importante é a educação e que ‘quero educação para seus filhos também.' E finalmente vou dizer a ele, ‘que isto é o que eu tenho a dizer para eles, agora faça o que quiser’.
    Nós somos humanos e é parte da natureza humana que nós não aprendemos a importância de uma coisa até que seja arrancada das nossas mãos. No Paquistão, quando fomos impedidas de ir à escola é que me dei conta de que a educação é muito importante, e a educação é um poder para as mulheres. E é por isso que os terroristas têm medo da educação. Eles não querem que as mulheres seja educadas porque elas vão se tornar mais poderosas.
    Falo não por mim mas por aqueles sem voz... aqueles que lutaram por seus direitos... seu direito de viver em paz, seu direito de ser tratado com dignidade, seu direito à igualdade de oportunidade, o seu direito de ser educado.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Relatório do passeio ao museu da PUC BH

A nossa visita ao museu da PUC, foi no dia 25/08/15, com a presença dos dois 6 anos do colégio São Paulo BH, foi muito legal, tivemos a oportunidade de descobrir várias curiosidades sobre o passado e a nossa história, tiramos duvidas, e conhecemos vários fosseis. Uma das curiosidades que ficamos sabendo, é que um gorila que durante o seu dia a dia, machucava os seus dedos do pé, por causa dessa frequência de machucados,quando morreu, foi levado ao museu para ser exposto, tiveram que amputar seus dedos do pé, os machucados eram muito profundos.
Além disso, várias outras coisas aprendemos.
Eu recomendo a visita ao museu da PUC!!
Bjs :)
Autora: Giovana Camilo e Ana Luiza Cardoso 6ano A